Eu sou um garoto que gosta de animes, mangás, de ler, ouvir minhas músicas, assistir filmes, series, usar a internet, jogar no pc e atualmente estou me viciando no tumblr. As vezes eu escrevo, talvez post algumas histórias pra vocês.
É bem recente pra mim então ainda estou aprendendo a usar tudo aqui. Espero que gostem.
Dá uma olhada na Faq :D
Catching Elephant is a theme by Andy Taylor
Peça que eu fiz pra uma apresentação na escola
Amores Juvenis
Ato I
Cena I
Quarto de Thomas. Entra Victor. Thomas esta com um binóculo olhando para além de sua janela.
Victor: E ai cara o que você ta fazendo?
Thomas: Nada de mais. Apenas olhando a vista.
Victor: E você acha que eu nasci ontem? Passa esse binóculo pra cá.
Thomas: Não cara, não é nada de mais. É serio!
Victor: Você vai me dar por bem ou vou ter que tomar de você? (Victor sorri)
(Thomas vai entregar, mas hesita e mesmo assim Victor pega o objeto de suas mãos).
Thomas: Não cara.
Victor: Sou seu melhor amigo. Você devia me contar as coisas. Já gamou em outra garota não foi?
(Victor olha com o binóculo pela janela)
Victor: Já achei. Sua nova vizinha ela?
Thomas: Sim. O nome dela é Rosa.
Victor: Hum… Então você já foi falar com ela seu safado. Ela deve ser uma flor.
Thomas: Ôh! piada idiota só falei com ela algumas vezes quando chegaram. Mas ela é linda não é?
Victor: Com certeza. Mas porque ainda não chamou ela pra sair? Você já está tão acostumado a sair com garotas que me admira ainda não ter agido.
Thomas: Não sei. Acho que gostei dela.
Thomas: Eu pensei em chamar, mas fiquei nervoso e desisti. Isso não é muito normal em mim.
Victor: Acho melhor você fazer alguma coisa a respeito antes que ela arrume outro.
Thomas: Mas ela pode já ter namorado ou estar com outra pessoa ou…
Victor: Opa! Pera ai. Cadê o Thomas que eu conheço? Cadê aquele cara descolado que agarra todas as garotas? O que você fez com ele?
Thomas: Ele esta aqui, mas eu gostei dela já disse tenho medo de estragar tudo.
Victor: Meu Deus! Raptaram meu amigo. Acorda cara se você não fizer nada ai mesmo é que vai esta tudo estragado. Sabe de uma. Vou indo, só vim da uma passadinha rápida pra falar com você minha mão quer que eu a acompanhe ao médico.
Thomas: Médico?! O que sua mãe tem?
Victor: Nada cara. É uma visita de rotina. Depois que sair de lá vou convidar sua gata pra sair.
(Pisca o olho)
Thomas: Você não e nem louco. Eu vou…
Victor: Calma. To só te azoando. Deixa eu ir logo pra ela não reclamar e pensa no que eu te falei.
(Saem)
Cena II
Casa de Thomas mais tarde nesse mesmo dia.
Dindon (Ouve se a campainha)
Thomas: Estou indo!
(Entra Rosa)
Thomas: Ah. Rosa você aqui. Como esta?
Rosa: Muito bem obrigado. Eu queria saber se não teria um pouco de açúcar pra me emprestar o meu acabou e a mercearia mais próxima é muito longe…
Thomas: Não precisa dizer mais nada. Entra ai e sinta se em casa que eu vou conseguir o açúcar pra você.
Rosa: Você é um doce obrigada. É a única pessoa daqui que eu conheço por enquanto já que faz tão pouco tempo que minha mãe e eu nos mudamos.
(Thomas mexe nos armários procurando pelo açúcar)
Thomas: É verdade vocês se mudaram faz pouco tempo mesmo. De onde vêm?
Rosa: Nós morávamos em São Luís, mas minha mãe precisou vir ajudar o irmão dela no negocio dele aqui então viemos.
Thomas: Ela é solteira? Não vi ninguém com vocês.
Rosa: Sim. Meu pai morreu quando eu tinha 1 ano de idade.
Thomas: Desculpe. Meus pêsames.
Rosa: Sem problemas. Eu era muito pequena então não lembro quase nada dele. Tenho uma vaga lembrança apenas.
Thomas: Acho que não está nesse armário deve estar no outro.
Rosa: Se você não encontrar não tem problema eu posso comprar.
Thomas: Claro que não. Eu vou achar. Mas mudando de assunto, já está matriculada em alguma escola?
Rosa: Sim, mas esqueci o nome agora.
Thomas: Eu também esqueço muito os nomes. Não tem problema. Tomara que você goste dela e das pessoas daqui.
Rosa: De uma pelo menos eu já gostei.
Thomas: Achei o açúcar. Está aqui.
Rosa: Muito obrigada. Eu não sei o que seria dos meus cabelos se eu tivesse que andar a eternidade que é a distancia daqui ate algum supermercado.
Thomas: Ah por nada. Você está sendo modesta. Eles seriam lindos como estão agora.
(Rosa beija-o de repente)
Rosa: A gente se vê gatinho.
Thomas: A gente se vê.
(Saem)
Cena III
Escola de Thomas. No outro dia à tarde. Intervalo para lanche.
Victor: Soube que tem uma garota nova na outra turma, mas ainda não descobri o nome.
Thomas: Legal.
Victor: Ainda está pensando na Rosa não é mesmo?
Thomas: Ela é mesmo linda e muito gentil. Passou lá em casa ontem.
(Entram Ana e Sara)
Ana: Oi pessoal! Como estão as coisas?
Sara: Oi gente.
Thomas: Tudo bem. E com vocês?
Victor: Ola garotas.
Ana: Ótimas. Ah! Tomy me desculpa ontem não ter ido te ajudar com a tarefa. Minha avó passou mal e eu tive que levá-la pro hospital.
Thomas: Ta tudo bem Ana, mas e quanto a sua avó?
Ana: Já está melhor não foi nada de grave apenas efeito de seus problemas fisiológicos. Quando vai ficando velhinha o corpo vai dando defeito.
(Todos sorriem)
Sara: Meninos vocês já sabem da festa que eu vou dar amanha?
Victor: Que festa Sara? Agora eu fiquei interessado.
Sara: Uma festa que eu vou dar lá em casa vai ter um som ótimo, mas nada de bebida. Condições dos meus pais.
Victor: E os seus pais vão ficar lá?
Sara: Não. Eles vão para a casa da minha avó passar o dia, pois é aniversario dela. Eu vou lá converso com ela, dou os parabéns e tenho a casa só pra mim, digo só pra nós amanha a noite.
Victor: Então porque não beber? Eles não vão saber.
Sara: Claro que vão e mesmo que não soubessem eu não faria isso já que estão sendo tão legais em deixar eu dar essa festa.
Ana: Nada de levar bebida rapazes.
Thomas: Pra mim a festa, o som, as garotas já está de bom tamanho.
Victor: Tudo bem então, vocês venceram.
Ana: Tomy eu passo na sua casa pra te ajudar hoje.
Thomas: Ah! Passa sim preciso muito da sua ajuda.
Sara: Tudo bem garotos então estão oficialmente convidados e pode chamar os amigos de vocês. Nós vamos indo que ainda temos outras pessoas pra convidar não é mesmo Ana.
Ana: Sim. Até mais garotos.
(Ana e Sara Saem)
Victor: A Ana é muito bonita você não acha?
Thomas: O que? Ah eu nem tinha reparado, mas de fato.
Victor: Muito inteligente e vocês se conhecem desde quando mesmo?
Thomas: Desde a quarta série. Ela sempre foi uma grande amiga me ajudando com a escola e tudo mais.
Victor: Eu acho que ela gosta de você.
(Thomas cospe o sulco que estava tomando)
Thomas: Você pirou? Ela é só minha amiga só isso.
Victor: Tudo bem então. Não está mais aqui quem falou.
Thomas: Vamos logo para sala antes que o professor nos deixe de fora.
(Levantam se e saem. No caminho encontram uma garota no corredor. Entra Rosa).
Victor: Thomas aquela ali não é a sua vizinha? Rosa não é mesmo?
Thomas: Não pode ser cara é ela mesmo. Que coisa ela veio estudar aqui.
Victor: E você está adorando não é?
Thomas: Claro.
Rosa: Oi, gatinho!
Thomas: Ola minha flor como está?
Rosa: Muito bem. Então é aqui que você estuda? Eu gostei do colégio.
Victor: Não vai me apresentar sua amiga ?
Thomas: Ah! É mesmo Rosa este é Victor meu amigo. Victor esta é Rosa.
Victor: Prazer em conhecê-la.
(Victor pega sua mão e beija)
Rosa: É um prazer pra mim também.
Victor: Então cara eu tava te falando da festa da Sara. Você vai.
Thomas: Claro. Rosa gostaria de ir comigo?
Rosa: Sim, acho que não tem problema eu adoraria. Tenho que ir pra sala agora.
Thomas: Então te vemos lá. Até breve.
Rosa: Até mais.
Victor: Até.
(Rosa sai)
Victor: O que foi isso?
Thomas: Só chamei ela pra sair.
Victor: Você não estava todo cagão de medo? De onde tirou a coragem?
Thomas: Ah é mesmo não te contei o que aconteceu ontem.
Victor: Era isso que eu ia perguntar agora.
Thomas: Ela foi lá em casa pedir açúcar emprestado e rolou um clima. Ela me beijou e foi pra casa.
Victor: Cara como você tem sorte. Isso não aconteceria comigo. Seria preciso eu ir na garota.
Thomas: Vamos logo pra sala que depois eu te conto os detalhes.
(Saem)
Cena IV
No quarto de Sara depois da escola. Entram Ana e Sara.
Ana: Acho que já convidamos todo mundo.
(Sara sorri)
Sara: Você está certa. Convidamos o mais importante não é mesmo?
Ana: Não sei do que você está falando.
Sara: A você jura que eu não sei que você é xonadona no Thomas. Desde quando mesmo? Todo mundo sabe disso menos ele. Parece uma porta de tão burro que é não vendo isso.
Ana: Você está certa eu gosto muito dele. Não sei bem porque, mas aquele jeito descolado, aquele olhar, aqueles olhos, aquela boca. Adoro tudo nele desde que nos conhecemos.
Sara: Você já deveria ter feito alguma coisa. Se fosse eu agarrava ele durante as aulas particulares. Não sei como não fez isso ainda.
Ana: Eu não quero só isso. Eu gosto dele de verdade. Eu quero poder segurar a mão dele, abraçá-lo. Eu quero ter filhos e ficar bem velhinha ao lado dele. É esse o tipo de sentimento que eu tenho em relação a ele.
Sara: Isso é amor amiga. Amor.
(Elas ficam em silêncio por um momento)
Sara: Mas não estamos mais na idade média. Você não tem mais que esperar ele vir montado em um cavalo branco se declarar para a bela donzela. Você pode lutar pelo seu amor. Aliás Você tem que fazer alguma coisa, já é melhor que ficar imaginando o que poderia acontecer.
Ana: Eu tenho medo Sara. Eu não sei o que pode acontecer.
Sara: Se você ficar aqui esperando aí é que não vai acontecer nada mesmo porque aquele ali e cego. Na pior das hipóteses ele pode dizer um não.
Ana: Não é tão fácil quanto parece.
Sara: E você vai ficar ai parada? Deixando a vida passar e vendo seu possível grande amor passar sem fazer nada? Levanta e vai à luta.
Ana: Eu queria mesmo ter metade da sua coragem Sara. Eu sei que se eu tentar e não der certo eu perco ele pra sempre na minha vida e não sei se vou suportar isso.
Sara: Entao você acha que suporta passar a vida toda ao lado dele como amiga sem nunca dizer a verdade. Ter um Oasis a sua frente, tão perto, e não poder desfrutar dele.
Ana: Esse é que é o maior problema. Eu queria poder tocá-lo. Ele está bem ali o tempo todo. Conversando. Sorrindo. Sem saber o quanto eu queria ser o motive desse sorriso. O quanto eu queria poder ser o universo dessa conversa. Eu queria que a vida dele e a minha não fossem mais duas, mas somente uma.
Sara: Amiga pelo menos pensa no que eu estou te falando. A vida é muito curta para ter medo de vivê-la. Ergue a cabeça e enfrenta tudo para que você nunca se arrependa do que poderia ter feito. A felicidade é o que importa e se não der certo pelo menos você tentou. Pelo menos sabe ate onde poderia ter ido.
(Ana chora e Sara a abraça)
Sara: Desculpa ter feito você chorar.
Ana: A culpa não é sua. Você é uma amiga de verdade sabia?
Sara: Sabia. Agora fica calma que eu vou estar sempre aqui com você. Não importa o que aconteça.
(Saem)
Cena V
No quarto de Thomas após Ana ajudá-lo com a tarefa.
Thomas: Eu realmente não estava entendo nada desse assunto de física. Já estava pensando em desistir.
Ana: Eu te disse que era fácil.
(Sorri)
Thomas: Você estava certa era bem simples, mas isso só ate você simplificar pra mim. Você é excelente professora Ana.
Ana: Eu gostaria realmente de saber simplificar tudo como você diz, mas nem tudo é tão simples. Inclusive tenho algo nada simples pra de dizer.
Thomas: O que é? Não vá me dizer que não vai mais poder me ensinar porque se não…
Ana: Não é nada disso é só que…
Thomas: Só que o que? Ana você está ficando vermelha.
Ana: Eu… Eu…
(beija-o)
Ana: Era isso. Eu gosto muito de você desde que te conheço e nunca soube como dizer isso. Eu gosto dos seus olhos, do seu cheiro do seu sorriso. Ele é como um raio de sol iluminando o meu dia, me aquece e trás aconchego.
Thomas: Ana eu… Nunca imaginei…
Ana: Não fala nada só me escuta. Quando eu estou perto de você é como se a minha vida se completasse. Parece-me que longe há um vazio que não existia antes de te conhecer. É o espaço que você passou a ocupar no meu coração desde então. Se soubesse ao menos como ele é grande. Agora imagina ele sem você, como seria um espaço tão grande ocupado por nada. É assim que me sinto toda vez que estou longe de você ou sempre que percebo que não é a mim que você dirige seus desejos, seus projetos, seu amor. Você já faz parte da minha vida e do meu amor. Não posso mais viver sendo só sua amiga que te ajuda com as tarefas. Eu quero muito mais do que isso. Quero planos e projetos para o nosso futuro, quero uma vida junto com você.
(Eles se olham em silêncio por um momento)
Ana: Acho que você precisa de um tempo pra digerir tudo isso. Então vou indo depois a gente se fala.
(Sai Ana)
(Entra Victor)
Victor: E ai mano superou o medo da garota?
Victor: Thomas eu estou falando com você. Alô.
Thomas: Oi cara. Eu nem te notei ai.
Victor: Meu Deus você tava mesmo na lua. A Rosa de novo?
Thomas: Não cara. Muito pelo contrário. Você não imagina o que aconteceu.
Victor: Vai contar ou vai ficar enrolando.
Thomas: Senta ai.
Thomas: Eu estava aqui agora há pouco com a Ana, ela me beijou e me disse um monte de coisas.
Victor: E o que você fez?
Thomas: Depois do beijo? Nada fiquei sem reação. Nunca passou pela minha cabeça que ela pudesse gostar de mim.
Victor: Eu te falei tava na cara. Você foi o único que não quis ver.
Victor: Mas e agora?
Thomas: E agora? Eu gosto dela cara, mas eu não sei o que fazer. Também gosto da Rosa e queria conhecê-la melhor.
Victor: Mas a Ana você já conhece há muito tempo e sabe como é.
Thomas: Eu vou precisar de um tempo pra assimilar tudo isso.
Victor: E quanto a festa?
Thomas: Ainda vou. Preciso acertar algumas coisas e entender outras.
(Saem)
Cena VI
Festa de Sara. Entram Thomas e Victor.
Victor: Ainda não sei se foi uma boa ideia você ter vindo.
Thomas: Eu já pensei sobre o assunto e preciso resolver as coisas.
Victor: Você decidiu o que vai fazer quanto às duas?
Thomas: Sim e é por isso mesmo que preciso encontrar com a Rosa.
Victor: O que você decidiu?
Thomas: Vai ter que esperar pra conferir.
Victor: Você que me matar de ansiedade?
(Thomas sorri)
Thomas: Lógico que não, mas espero que você entenda logo.
Victor: Como assim?
(Entra Rosa)
Rosa: Oi Thomas, você está mais bonito do que nunca.
Thomas: Você também está muito linda Rosa.
Rosa: Você quer dançar comigo?
Thomas: Eu gostaria de conversar com você. Vamos pra um lugar mais reservado e com menos barulho.
Rosa: Tudo bem.
(Sai Victor)
Rosa: O que foi gatinho algum problema?
(Ela tenta beijá-lo, mas ele a interrompe)
Rosa:Qual o problema?
Thomas: Eu não posso.
Rosa: O que foi que eu fiz?
Thomas: O problema não é com você. Me deixa explicar. Eu gostei muito de você quando te conheci. Te achei a garota mais meiga, linda e maravilhosa que já tinha visto. Eu passei muito tempo querendo que isso se realiza-se e como por mágica deu tudo mais certo impossível. A questão é que eu não contava com uma coisa. Eu não tinha visto que essa garota já estava na minha vida. Essa garota que me faz mais feliz do que qualquer outra.
Thomas: Não me entenda mal você é maravilhosa e por isso mesmo eu não te enganaria. Estou contando enquanto é cedo, já que não adiantaria de nada prolongar essa decisão. Só ia te causar mais decepção.
(Entra Ana)
Ana: Tomy eu estava te procurando e me disseram que você estava aqui então vim…
Ana: Acho que estou interrompendo não estou? Desculpe.
(Sai depressa)
Thomas: Ana não é nada disso. Espera!
Thomas: Rosa eu…
Rosa: Vai lá. Vai atrás do seu grande amor.
(Sorri)
Thomas: Obrigado por entender.
Cena VII
Quintal da Casa de Sara. Ana está sentada num banco Entra Thomas.
Ana: O que você está fazendo aqui? Não deveria estar com aquela lá?
Thomas: Ana eu não tenho nada com ela.
Ana: Se você não gosta de mim basta dizer não precisar ficar mentindo eu vi vocês lá sozinhos.
Thomas: Não estava acontecendo nada. Eu até fiquei com ela, mas foi outro dia. Eu chamei ela exatamente pra dizer que não podia mais haver nada entre nós.
Ana: O que você quer dizer com isso?
(Thomas senta ao seu lado e se aproxima)
Thomas: Não pode mais haver nada entre nós porque eu já encontrei a garota certa e ela esta bem aqui na minha frente.
(Thomas a beija)
Thomas: Eu também estou apaixonado por você. Aconteceu sem que eu percebesse e agora você também já faz parte de mim. Eu te amo Aninha quero passar todos os dias da minha vida ao seu lado, porque você é a maior companheira, amiga e mulher que eu já conheci. A garota mais meiga, charmosa, delicada e inteligente. Eu fui um idiota em não ter visto isso.
(Ana Abraça-o)
Ana: A lua está linda hoje não está?
Thomas: Esta realmente perfeita.
Ana: Tomy?
Thomas: Fala meu amor.
Ana: Eu esperei todos os dias da minha vida pra ouvir isso. Você não sabe como estou feliz. Também te amo.
(Beijam-se) Por: Breno Vicente de Cerqueira.